terça-feira, 19 de maio de 2009

Emprego Novo, Vida Nova

Boa Noite Crianças,


Muitos de vocês já devem saber. Agora sou Concursado como Escriturário do Banco do Estado do Rio Grande do Sul S/A, o glorioso Banrisul, o Banco de Todos os Gaúchos. [perceberam a "vestida de camisa"? hehe]

Tô gostando muito, a equipe com a qual tô trabalhando na Pessoa Jurídica é excelente, estão me ajudando muito e todo o pessoal da agência é ótimo.

Trabalhar na PJ também sempre me atraiu bem mais que outras funções do Banco, então também tive certa dose de "sorte".

Acho que é uma grande oportunidade pra minha vida profissional. Tô bem feliz.

Era isso, cambada.


Abraços,
André R. Finken Heinle

domingo, 26 de abril de 2009

Schmitt Sparkling Ale

Boa Tarde,


Gente, dando seqüência à "diversificação" do Blog, quero dividir com vocês uma experiência que tive no final de semana passado.

Bom, em função dos meus já famosos problemas financeiros, eu tinha dado uma parada no meu hobby de comprar e beber cervejas diferentes. Mas agora, pude continuar. No Bourbon Novo Hamburgo eles têm uma grande variedade de cervejas artesanais e importadas, e uma delas em especial me chamava a atenção: era a Schmitt Sparkling Ale, da cervejaria artesanal Schmitt Bier, de Porto Alegre.

A história desta cerveja é bem peculiar. O "estilo" Sparkling Ale foi criado pela Coopers, da Austrália, e até segunda ordem, é apenas uma Pale Ale bem mais carbonatada, o que confere à cerveja uma refrescância e drinkability grande, sem perder a complexidade de uma Ale. A Schmit Bier, no entanto, chegou à receita quase que de forma acidental. Eles estavam testando um sistema de arrolhamento de cortiça para uma cerveja deles, e por isso usaram receitas da Ale extra-carbonatadas afim de conseguiram grande pressão na garrafa. Depois, acabaram optando pelo arrolhamento metálico. Mas então descobriram que tinham uma BOA cerveja em mãos. ¹

Surgiu aí a Schmitt Sparkling Ale, que pela peculiaridade (é uma das três ou quatro no mundo na sua categoria) e pelas ótimas notícias que tinha ouvido, fizeram dela meu "alvo". Pois foi assim, comprei e deixei gelando para o Fim de Semana.

No sábado à Noite, dia 18 de Abril, preparei o "ritual", e fui então prová-la. Fantástica cerveja. Espuma espessa e duradoura, de cor puxando para um creme ou bege bem claro. A cor alaranjada de dar água na boa. Um corpo bem interessante e um aroma convidativo. Assim pode ser definida esta cerveja. Abaixo a Ficha!


Aparência:

A Schmitt Sparkling Ale mostra-se fantástica nesse quesito. Com uma espuma espessa e muito duradoura, ela tem o corpo turvo e uma cor alaranjada de dar água na boca. Nota 4 de 5.

Aroma:

No aroma, o Malte é bem pronunciado, um pouco mais que o Fermento e o Lúpulo, mas estes últimos também dão o ar da sua graça! Podem ser percebidas notas florais e cítricas, bem como um certo tom de aveia. Ainda podem ser percebidos de leve cravo, baunilha e banana. Nota 6 de 10.

Sabor:

O sabor dela consegue refletir a complexidade do aroma. Tem média duração, mais adocicado do que amargo. Nota 7 de 10.

Paladar:

No paladar, corpo médio e uma carbonatação bem presente. Retrogosto persistente, puxando para o amargo! Nota 3 de 5.

Geral:

É uma cerveja muito boa, que te faz querer repetir cada gole. Gostei. Nota 15 de 20.

Total:

Nota 3,5

Fiz esta avaliação também no Brejas. Link. E aqui o scan da Ficha. Link. Links das comunidades, Cervejarias do Rio Grande e Confraria da Cerveja RS.

É isso aí gente, pessoalmente eu recomendo. Boa semana à todos!!!


Abraços e Beijos,
André R. Finken Heinle

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Quando as coisas acontecem...

... e tem vezes que a gente não pode fazer nada.

E sempre rola um ressentimento, um arrependimento, uma mágoa. Mas o impressionante de tudo isso é que às vezes parece que as coisas acontecem por um acaso, como se fôssemos só um bote à deriva, ao sabor das correntes marítimas, dos ventos, do nada.

A gente gosta de acreditar, entretanto, que tudo tem um motivo, uma razão de ser e de acontecer. Por isso, gostamos tanto de juntar uma pecinha do lado da outra pecinha, na tentativa vã de montar um quebra-cabeças que não possue regras nem desenho certo. E às vezes vemos "pêlo em ovo", e sempre tem um querendo passar a Gilette.

Mas daí a gente aprende que, se é que existe um plano para as coisas, a gente pouco pode interferir, tampouco compreender. E a ilusão de que compreender este plano é comandá-lo, não passa de uma ilusão mesmo. Que a vida é só o menor caminho entre nascer e morrer, e que o que nos cabe é percorrer esse caminho.

Querem saber a moral da história? Não existe moral da história!

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Velho Grêmio!

"Bom dia, Grêmio!

Quero ser o primeiro a te abraçar nesta data tão especial. Afinal, sou teu mais antigo parceiro. Nestes cem anos da tua vida, há mais de 94 sou testemunha presencial de uma profícua existência, como se diz nas solenidades.

Já te conheci taludinho, o que me custou alguns cascudos, como é comum nessas amizades de infância. Tudo bem, eu pude dar o troco e chegamos sem ressentimentos à maturidade. Nos meus primeiros anos, quando eu vivia em casa alugada, tu já eras o feliz proprietário de um fortim em bairro chique; depois fui eu que construí morada de concreto e alvenaria, cenário até de festas mundiais; a comparação te estimulou e aí te mudaste para a bela casa de hoje; pouco depois comecei a erguer o palácio onde vivo - e disso tudo lucraram os nossos milhões de amigos. Dizem que somos opostos inconciliáveis e de fato temos grandes diferenças. Não só de idade, mas de origem e, por conseqüência de temperamento e jeito de ser. No geral, és mais contido, eu mais extrovertido, embora, ultimamente, venhas revelando uma pontinha de incontida admiração pela minha popularidade. [nota do autor: legítima "puxada de brasa" pra própria sardinha, hehe]

Somos também muito parecidos (que não nos ouçam os mais radicais dos nossos seguidores), sobretudo na paixão por nossa terra comum, o gosto de representá-la bem, e mais ainda na afeição sem limites por esse jogo incrível, em que uma bola de couro rola pelos mágicos tapetes verdes que habitamos e visitamos, onze de cada lado, milhões pra cada lado.

Quando fizeste 50 anos, eu estava lá. Quase estraguei a festa, desculpa o mau jeito! (faz parte: não esqueçamos dos cascudos...). Quando eu fiz 60 anos, também te chamei para a comemoração, que, por sinal, terminou em barraco, o que também faz parte. E a cada 15 de setembro eu vou na tua casa, como vais na minha a 4 de abril, e ali trocamos discursos em que, nós sabemos, o apreço é sincero. Dizem até que não podemos viver um sem o outro.

Tiveste grandes dias e amargas passagens nestes cem anos, como eu também, nos meus 94; a vida é assim, mais alto o coqueiro, maior é o tombo, diz a canção popular - mas ninguém nos acusará de termos jamais violado o nobre espírito que preside as competições esportivas. Com os bons e os maus resultados, aprendemos e também ensinamos que não há desonra nas derrotas de campo, e que a uma hora de amargura sempre se erguerá um momento de glória.

Recebe, velho Grêmio centenário, o abraço nonagenário do Internacional."

O texto acima foi publicado, em nome do S. C. Internacional, na Segunda-Feira dia 15 de Setembro de 2003. Assinado por um então humilde Fernando Carvalho.

Na verdade foram belas palavras, que certamente serão retribuídas por nós, no centenário do rival. Afinal de contas, a rivalidade pode e deve permanecer no campo gramado ou no campo das idéias e das brincadeiras, nada mais que isso. Porque quando se generaliza e se extremiza as coisas, a gente perde a beleza delas. Quem já foi num Gre-Nal sabe a magia que é, tu não assiste um jogo de futebol, tu sente um momento único. Por causa do extremismo de alguns (e às vezes, de muitos), a gente está perdendo isso.

Que atitudes como esta acima sirvam para resgatar o velho espírito do Gre-Nal, das flautas, SIM, das tiradas dos dirigentes, SIM, do vigor e da firmeza dentro de campo, SIM, mas também com a grandeza que nos foi sempre peculiar neste que é, na minha nada humilde opinião, o maior clássico que o mundo já viu.


OBS.: O texto foi encontrado em jornal guardado, antigo, pelo amigo Maurício Brum, proprietário do ÓTIMO blog Futebesteirol [http://futebesteirol.blogspot.com/], o qual permitiu a reprodução do mesmo.


Abraços e Beijos,
André R. Finken Heinle.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Welcome, bêibe!!!

Saudações, Sras. e Srs.!


Depois de MUITO refletir, decidi criar meu próprio Blog. É o clichê dos clichês, afinal de contas hoje qualquer guaipeca tem um. Como bom guaipeca, não posso ficar de fora.

Mas apesar disso, hoje não falarei sobre nada, quem sabe amanhã. Ou não.


Abraços e Beijos,
André R. Finken Heinle